ARTE AMBIENTAL - AULA
Aqui estudaremos a relação entre Arte e Meio Ambiente
As realidades ambientais cada vez mais impactam no cotidiano social, de forma a tornar relevante conhecer como a arte lida com este tema.
Este estudo possibilitará o educando, do ensino fundamental, a compreender como a arte está inserida no debate ambiental e as questões fundamentais que tocam os dois tópicos.
Para iniciarmos - sugerimos o vídeo que trata da poluição da nossa maior riqueza: a água.
Mas e a Arte? Como ela entra nesta discussão. Como artistas vêem essa problemática?
Veja o vídeo seguinte sobre o assunto, e ao final, aceite o desafio criativo.
Agora é a sua vez!
Desafio Criativo
Crie um projeto de Land Art e envie para nosso email, com fotos e textos para serem publicados em nossa Galeria de Projetos.
Caso tenha dúvidas, entre em contato pelo email: audnan.as@gmail.com
Galeria de Projetos
Veja qui alguns trabalhos, do Desafio Criativo, feitos por educandos da Escola Municipal Benedito Soares de Castro*.
1) Contato com o site: auto-aprendizagem.
2) Desenho do projeto; foi dado ênfase ao aspecto coletivo na criação e execução, como uma das características da Arte Contemporânea.
3) Uma das propostas foi executada com o uso de materiais da natureza e o uso de formas geométricas.
[*Todos os educandos autorizaram o uso de imagem]
Para saber mais
Sites:
Novo Código Florestal - Saema
saema.com.br/files/Novo%20Codigo%20Florestal.pdf
Água - Mundo Educação
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/agua.htm
Água - Ministério do Meio Ambiente
https://www.mma.gov.br/agua
Vídeos
Richard Long @ M-Shed Bristol. April 2011.
https://www.youtube.com/watch?v=JD2Ai_BECbg
Novo Código Florestal
https://www.youtube.com/watch?v=6uNzHUGbYSM
A Lei da Água (Novo Código Florestal)
https://www.youtube.com/watch?v=n3wZxYgRyWQ
Bibliografia
ARGAN, G. C. Arte moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
COHEN, Renato. Performance como linguagem. Editora Perspectiva, 1989.
CUNHA, Fernanda Pereira da Cunha. Paisagens pedagógicas Digitais: resistência, resiliência, (re)existência. 2018. 5 p. (Professora Associada EMAC/UFG) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2018.
_____________. Como realizar performances culturais arte/educativas sem desígnio pedagógico-critico? / 22º Encontro Nacional Anpap: Ecossistemas Estéticos, Belém, p.2410-2420, 2013.
GOHN, Daniel Marcondes. Auto-Aprendizagem musical: alternativas tecnológicas. Annablume, São Paulo, 2003.
MELIN, Regina. Performance nas artes visuais. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Ed. 2008.
SCHECHNER, Richard. 2006. O que é performance? Em Performance studies: an introduccion, second edition. New York & London: Routledge, p. 28-51.
[1] - Base Nacional Curricular. Disponível em: (ver competências específicas) https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/arte
PLANO PEDAGÓGICO - "Arte e Meio Ambiente" - Conforme Marcondes Gohn (2003)
1) O que ensinar
Os conceitos e relações básicas entre Arte e Meio Ambiente. Da Pré-história, passando pelo Clássico, Medieval, Moderno e Contemporâneo. Enfatizando o modo como a natureza foi tratada ao longo da história e analisando suas representações imagéticas.
2) Para quê ensinar
2.1) O conteúdo acima está presente e exigido na LDB (Artigo 32), nos Parâmetros Curriculares Nacionais com todo um volume (9); e dentro da nova BNCC[1]; mais que isso, consideramos que as realidades ambientais cada vez mais impactam no cotidiano social, de forma a tornar relevante conhecer como a arte lida com este tema.
2.2) Possibilitar o educando a compreender como a arte está inserida no debate ambiental e as questões fundamentais que tocam os dois tópicos.
3) Para quem ensinar
Educandos do ensino fundamental, que moram nas mediações do Rio João Leite, na região Leste de Goiânia. Escola Municipal de Tempo Integral Benedito Soares de Castro. Local onde leciono a disciplina de artes.
4) Como ensinar
Conforme Gohn (2003), a aprendizagem pode ser observada em etapas quantitativas e qualitativas. A primeira marcada por aquisições de habilidades por observações e práticas, com cunho maior de exercícios para afinar percepções de forma mais individual. A segunda etapa, qualitativa, marcada por uma reflexão auxiliada pelo outro; onde normalmente um facilitador avaliaria e proporia saídas de áreas de conforto para superar níveis que seria mais difícil solitariamente. Outro ponto relevante, é a organização do site com diversidade de abordagens para facilitar a apreensão do conhecimento. Com estas ideias, o site de autoaprendizagem teria seu rascunho como abaixo.
Abaixo organograma das páginas possíveis do site.
- Página inicial: Menu com o mapeamento do site e dados gerais para compreensão da intenção do sítio; bem como uma breve apresentação.
- Página introdução: Texto e imagens sobre o assunto bem como um link para situar o assunto ambiental. Problematizar através de vídeo documentário curto. Link <https://www.youtube.com/watch?v=RsUD8CTDdAw> - "Falta de água"; duração 6min. Questionar como lidamos com o consumo e a preservação ambiental.
- Página Arte e meio ambiente. Traçar histórico desde o período rupestre à arte contemporânea da relação arte e natureza. Criar vídeo de disponibilizar link. Aprofundar a compreensão do movimento Land Art, seus artístas e obras. Detalhar o processo de criação de Richard Long.
- Página de criação de obra. Criar obras de arte a partir do tema arte e meio ambiente. Publicar os resultados para a escola e a comunidade e possibilitar intercâmbios de opinião.
6) Avaliação
- Projeto do obra com tema Land Art;
- Execução da obra;
- Registro fotográfico da obra;
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Bibliografia
ARGAN, G. C. Arte moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
COHEN, Renato. Performance como linguagem. Editora Perspectiva, 1989.
CUNHA, Fernanda Pereira da Cunha. Paisagens pedagógicas Digitais: resistência, resiliência, (re)existência. 2018. 5 p. (Professora Associada EMAC/UFG) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2018.
_____________. Como realizar performances culturais arte/educativas sem desígnio pedagógico-critico? / 22º Encontro Nacional Anpap: Ecossistemas Estéticos, Belém, p.2410-2420, 2013.
GOHN, Daniel Marcondes. Auto-Aprendizagem musical: alternativas tecnológicas. Annablume, São Paulo, 2003.
MELIN, Regina. Performance nas artes visuais. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Ed. 2008.
SCHECHNER, Richard. 2006. O que é performance? Em Performance studies: an introduccion, second edition. New York & London: Routledge, p. 28-51.
[1] - Base Nacional Curricular. Disponível em: (ver competências específicas) https://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#fundamental/arte
